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quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Os livros de marketing mais vendidos no Brasil em 2012

Philip Kotler lidera a lista de livros de marketing mais vendidos no Brasil em 2012, o "guru do marketing" possui 4 dos 10 títulos mais vendidos no país. O ranking foi baseado nas vendas das livrarias Fnac, Siciliano, Saraiva e Cultura e os sites Submarino e Americanas.com.

No Brasil não temos muitas opções de livros e autores renomados em marketing, Philip Kotler lidera a lista dos mais vendidos a mais de 4 anos, fechando 2012 líder em vendas com o livro "Marketing 3.0".


Confira a lista completa abaixo:


Título
Autor
Editora
1
Marketing 3.0 - As Forças que Estão Definindo o Novo Marketing Centrado no Ser Humano
Philip Kotler
Campus Elsevier
2
Administração de Marketing
Philip Kotler
Pearson Education
3
A Bíblia do Marketing Digital
Cláudio Torres
Novatec
4
Os 8 Ps do Marketing Digital - O Seu Guia Estratégico de Marketing Digital
Conrado Adolpho Vaz
Novatec
5
Marketing Na Era Digital - Conceitos, Plataformas e Estratégias
Martha Gabriel
Novatec
6
A Lógica do Consumo
Martin Lindstrom
Nova Fronteira
7
Princípios de Marketing
Philip Kotler
Pearson
8
Nos bastidores do Google - Tudo o que sei sobre Marketing aprendi com o Google 
Aaron Goldman
Saraiva
9
Marketing de A a Z - 80 Conceitos que Todo Profissional Precisa Saber
Philip Kotler
Campus Elsevier
10
Marketing de Atitude
Julio Ribeiro
Dash Editora
Fonte: Mundo do Marketing, com Saraiva, Siciliano, Fnac, Cultura, Submarino e Americanas.com.


CwbMkt deseja um 2013 repleto de realizações e momentos de imensa alegria, formados pelo elo de paz, amizade e amor.

=)

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Marketing 3.0: Participação, paradoxo da globalização e sociedade criativa


O primeiro post deste blog teve o título: "Afinal, o que é marketing?", e em poucas linhas tentei tangibilizar ao máximo esta ciência que gera necessidades e produtos de todos os tipos. Sabemos que o marketing está em sua 3ª fase, conhecida como "Marketing 3.0", o Marketing colaborativo, cultural e espiritual.  Mas antes de falar de Marketing 3.0, quero falar um poucos dos conceitos de Marketing 1.0 e 2.0. 

O Há muitos anos atrás, na era industrial a tecnologia era basicamente equipamentos industriais, e o marketing tinha como papel vender os produtos da fábrica a quem quisesse comprá-los. O objetivo era servir o mercado de massa, ganhar em escala com produtos padronizados, visando reduzir os custos da produção para que estes fossem baratos e  serem vendidos a mais compradores. Henry Ford é o exemplo clássico desta era, com seus carros de uma cor só e o marketing centrado no produto, marketing 1.0.

A era da informação e tecnologia faz com que o marketing evolua e seja mais elaborado. O marketing 2.0 surgiu quando os consumidores passaram a ser mais bem informados, com outras opções de produtos ou serviços, o cliente que define o valor do produto. Agora o profissional de marketing tem que criar um bom produto para um mercado segmentado. O cliente na maioria das vezes tem seus desejos realizados devido a grande quantidade de opções e o marketing 2.0 segue orientado para o cliente, deixando-os passivos diante das marcas que consomem.

Agora estamos vivendo o "Marketing 3.0", o marketing centrado no ser humano. Está é a era voltada para os valores, os clientes não são meros consumidores, eles possuem mente, coração e espirito. O consumidor tem sede de justiça social, econômica e ambiental e quer uma empresa ou marca que tratem as pessoas como seres humanos e que queiram transformar o mundo em um lugar melhor, hoje as pessoas buscam satisfação funcional, emocional e espiritual nos produtos que escolhem. 

O marketing 3.0 também é orientado para o consumidor, porém aumentaram também as responsabilidades em termos de missão, visão e valores que as marcas tem que apresentar a todos, o objetivo é solucionar os problemas da sociedade e as empresas se diferenciam por seus valores. Hoje o consumidor possui muitas ferramentas para entender e expressar seus desejos e anseios, são colaborativos e compartilham boas e más notícias, culturais e inteligentes, sabem diferenciar o bom do ruim e são voltados para o espirito, possuem sonhos e objetivos e se importam com a sociedade e o planeta. 

Fonte: Livro Marketing 3.0 de Philip Kotler, Hermawan Kartajaya e Iwan Setiawan.


terça-feira, 25 de setembro de 2012

Data Warehouses e data mining

Nas grandes e inteligentes empresas, toda vez que um cliente entra em contato com qualquer departamento são capturadas informações sobre ele. Os dados vão de compras, solicitações de serviços,  elogios e relcamações, enquetes entre outros. Empresas de telefonia, bancos, administradoras de cartão de crédito, redes-sociais e mesmo o Google dispõem de uma grande quantidade de informações sobre seus clientes, estas que vão muito além de endereço e dados pessoais, eles sabem quando o cliente fica doente, onde trabalha, renda, tamanho da família, quando está procurando algo, quanto gastam e outras informações demográficas.

Estes dados são coletados pelas empresas e compilados em uma "data warehouses", uma espécie de armazém de dados, que consolida e fornece uma grande quantidade de dados em relatórios, obtendo informações e estratégias para garantir a decisão de comprar dos clientes.

O "data mining" ou "Mineração de dados" como é chamado aqui no Brasil, é o processo de explorar grandes quantidades de dados a procura de padrões consistentes, analistas de marketing extraem informações úteis sobre pessoas, tendências ou segmentos de uma grande massa de dados. Técnicas de estatísticas e matemáticas com a ajuda de um conjunto de ferramentas, são capazes de explorar um conjunto de dados, ajudando a evidenciar padrões e ajudando na descoberta de conhecimento.

Um bom banco de dados pode ajudar a criar uma vantagem competitiva para a marca e de modo geral, as empresas usam seus bancos de dados em 5 situações:


1 - Para prospectar clientes potenciais. As empresas geralmente usam indicações de vendas com anúncios dos seus produtos ou ofertas, que geram formulários. As empresas escolhem os melhores clientes potenciais e entram em contato, na esperança de convertê-los.

2 - Para decidir quais clientes devem receber a oferta em particular. Realizar vendas é o objetivo das empresas, elas estabelecem critérios que descrevem o público alvo para seu produto e faz uma varredura em seu banco de dados para atingir o público certo e efetivar mais vendas e estabelecer uma seqüência automática de atividades: em uma semana envia uma nota ou e-mail de agradecimento, um mês depois envia uma nova oferta e depois de alguns meses, se não obter a resposta do cliente a empresa entra em contato oferecendo uma oferta ou desconto especial.

3 - Intensificar a fidelidade do cliente. Mostrar como seus clientes são especiais, enviando brindes, cupons de desconto, ofertas e textos de seu interesse.

4 - Para reativar as compras dos clientes. Algumas empresas enviam postagem automática, oferecendo ofertas e promoções em datas comemorativas, tudo com a ajuda do banco de dados.

5 - Para evitar erros e a insatisfação dos clientes. As más notícias ou situações indesejadas ajudam no contorno de objeções, mostram onde a empresa errou para que não aconteça novamente e moldam o perfil dos clientes para a tomada de decisão na criação da comunicação adequada com o cliente.


Espero que estas dicas ajudem a você ou sua empresa a trabalhar melhor com os dados dos seus clientes, todo acontecimento e qualquer informação pode ser relevante para conhecer seu cliente e oferecer a solução que melhor lhe convém, satisfazer e fidelizar o cliente, que provavelmente poderá voltar a dar lucro.

Estão de olho e anotando tudo.

Via Adm. de Marketing, Kotler.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Fidelização, dicas para manter seus clientes.



Sabe aquele local que você vai todo o mês cortar o cabelo? Sem que você perceba aquele estabelecimento o fidelizou. Parece ser fácil mas muitas empresas não conseguem. Fidelização nada mais é que criar clientes fiéis ao seu produto marca ou serviço, um relacionamento de longo prazo, conhecendo o cliente e as suas necessidades e satisfazendo os seus desejos.

Segundo Rose Mary Lopes da Escola Superior de propaganda e Marketing (ESPM), existem 5 estratégias básicas para que o cliente vire “freguês”:

1° Conhecer a clientela. Colete dados como nome, endereço, telefone e histórico de compras, dados básicos. Procure informações sobre o perfil daquele cliente, assim você pode estabelecer um canal personalizado, oferecendo promoções mais adequadas para ele;

2° Estabelecer vínculos. O cliente aprecia ser reconhecido e quer que sua presença seja notada, isto no mundo físico ou virtual, permita que este possa registrar sugestões ou reclamações. É importante o registro das médias de compras mensais, e caso ultrapasse esse valor agradeça com um brinde ou uma bonificação;

3° Identificar os clientes que são formadores de opinião e tem rede de contato significativa, trabalhar para que este seja o seu aliado, isto cabe bem no caso das redes sociais como Facebook e Twitter, utilizando do histórico de compras para oferecer produtos ou serviços que e adéqüem ao perfil deste consumidor;

4° Não tente conquistar o cliente pelo preço, pois depois dificilmente ela aceitará pagar um valor maior, a alternativa é mostrar que você oferece mais que a concorrência agregando valor ao produto ou serviço, um exemplo, se você vende roupa ofereça um ajuste grátis;

5° Invista em redes sociais, é um canal importante para que possa enviar notícias sobre seu negócio, acompanhar opiniões. Apenas tome cuidado para não abusar dos comentários, cansando o cliente, o consumidor deve ter a opção de ser retirado do mailing ou das mensagens assim que quiser.

Com medidas simples, você pode fidelizar o cliente, assim gerando mais lucratividade para a sua empresa e ofertando uma experiência agradável aos clientes.



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quarta-feira, 27 de junho de 2012

Como vender em tempos difíceis?

Foto: Iguatemi - SP
Não é fácil saber o que funciona em tempos de vacas gordas ou magras, o que pode ser mais eficiente para o meu negócio na hora de gerar lucro? dá pra aprender muita coisa com empresas como a Nike, McDonald's e Coca-Cola. Portanto, se liga nas dicas para fazer o seu caixa girar.

Chegar ao seu alvo em bons períodos econômicos e com tanto ruído na mente do consumidor, é tarefa para os bons, mas se o período é ruim e sua mensagem for criativa, vai se destacar e deixar para trás os concorrentes que estiverem calados, fazer barulho é importante.

Os clientes acreditam nas marcas em que confiam e procuram estas marcas, a sua marca deve se mostrar, dizer no que acredita e o que defende. Confiar no instinto também é importante e investir em anúncios para grupos específicos pode ser uma boa estratégia e ser mais fácil de acertar o alvo em cheio.

Anunciar é preciso, mas deve-se pensar fora da tela de tv, temos centenas de meios de comunicação como redes sociais, placas, revistas, sites e propaganda de guerrilha, estes são apenas alguns meios, se você está bem segmentado e conhece o seu público alvo, vai saber onde anunciar.

Pense nas tribos, é uma boa oportunidade de atingir formadores de opinião e defensores de sua marca, ir onde elas estão é levar o seu produto com melhor direção, usar festas e eventos é uma boa oportunidade de atingir o seu público.

Você está usando a web como deveria? Atrair o seu cliente para o seu site pode funcionar muito bem, afinal de contas, o site é a sua ferramenta de marketing. Já vi propagandas na tv, com ar de suspense que no final, era direcionada para o site da marca, o mesmo pode acontecer em outdoors, revistas, anúncios impressos, vitrines e funcionam muito bem usados como teasers.

Fonte: Warren Berger

Criterios de avaliação do anúncio impresso

Foto: Comunicadores
Como julgar a eficácia do seu anúncio impresso e saber se realmente vai atingir os seus objetivos, chegando ao seu público alvo com clareza?

Leve em conta a estratégia de comunicação, da mensagem e da criatividade que usou para o anúncio, tenha certeza que a mensagem é clara à primeira vista, se isso não acontecer seu cliente pode ficar em dúvidas quanto ao seu produto ou serviço e isto pode por em risco a imagem da sua marca. Olhando para o seu anúncio, o cliente consegue dizer rapidamente do que se trata?

O cliente quer saber do benefício e este tem que estar no título do anúncio, e a ilustração que usou, deve sustentar o título, uma imagem que não tenha a ver com o texto pode distorcer a percepção, portanto a primeira linha do texto deve ser condizente. O anúncio deve ser de fácil leitura e acompanhamento, seu produto deve ser identificado com facilidade, assim como a sua marca. 

E se houver patrocinador, lembre-se, ele pagou a conta e quer ser identificado com clareza.

Fonte: Adm. Marketing, Kotler.

domingo, 18 de setembro de 2011

Comunicação de marketing, falar com o cliente é uma qualidade.

Fonte: Sapienza
Hoje o marketing exige muito mais do que apenas desenvolver um bom produto ou oferecer um excelente serviço a preços atraentes e torná-los acessíveis, mas também se comunicar com as partes interessadas, potenciais e com o público em geral. Para muitas empresas a dificuldade não é se comunicar e sim como se comunicar, pra quem dizer, o que dizer e com que freqüência.

A comunicação fica cada vez mais difícil com a grande quantidade de empresas que precisam BERRAR para chamar a atenção do público alvo. 

O profissional de marketing holístico está empregando de forma criativa diversas formas de comunicação. A Apple, por exemplo, maior empresa de tecnologia do mundo não utiliza propaganda televisiva para seus produtos e serviços, lança-os em locais exclusivos para depois ampliar o mercado e atingir novos consumidores e utiliza diversos meus de se comunicar com seu público alvo de uma maneira bem simples e eficaz.

Kotler diz que comunicação de marketing é o meio pelo qual as empresas buscam informar, persuadir e lembrar os consumidores - direta ou indiretamente - sobre os produtos que comercializam. É esta comunicação que se faz de voz da marca por onde se estabelece um diálogo construindo o relacionamento com os consumidores. Não só para promover o produto mas para mostrar ao público como e porque o produto ou serviço são usados, pra qual tipo de pessoa, quando e onde. A comunicação de marketing colabora de diversas formas com o consumidor e as diversas mídias e meios de comunicação ajudam na hora de se comunicar com exatidão.

A comunicação é abrangente e o consumidor de hoje não é mais a presa fácil de antes, tem que saber usar os meios de comunicação, falar com clareza, ter ética e suprir as necessidades e expectativas do público alvo, a grande quantidade de concorrentes e os diversos meios de comunicação é a oportunidade de se diferenciar ou de ir a falência, até mesmo passar uma imagem negativa da empresa ou se promover, basta saber pra quem falar, onde falar, como, quando e com que freqüência.

O consumidor está cada vez mais esperto, para driblar o ruído e ter a atenção do seu público é preciso falar com precisão e excelência, se comunicar com exatidão e possuir um bom planejamento para invadir a mente deste que está sendo caçado por muitos e de várias formas, o consumidor.

Este texto foi publicado no Blog Pitacko's do profissional de marketing e professor Alceu Cruz.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Marketing de experiência > Estratégia relevante para fazer o cliente lembrar da sua marca

O Marketing de experiência está cada vez mais ancorado a conteúdo e estratégias culturais. Gerar conteúdo relevante é o divisor de águas entre as marcas que são assimiladas pelo consumidor e as que não são. 

Em média, somos expostos a 2 mil marcas num único dia, como lembrar das comunicações que nos atinge? 

Agregar conteúdo e experiência relevantes são a chave para diferenciar do ruído. Tato, olfato, paladar e todos os sentidos humanos são ferramentas de estratégias para campanhas e comunicações bem estruturadas na hora de criar e executar um bom marketing de experiência. Marcas estão colocando fragrâncias em suas lojas próprias, relacionando o bom cheiro a marca, que é um ponto importante na memória de marca e de prazer da pessoa. 
Experiências inesquecíveis terão impacto nas vendas, na motivação dos funcionários e na fidelização dos clientes. Ingresso para jogos de futebol, viagens a lugares paradisíacos, safari na África do Sul, convite para eventos especiais e específicos que sejam relevantes para o cliente ou mesmo fazer o cliente meter a mão na massa e criar, pilotar um carro de fórmula 1, ter aulas de circo, esquiar, voar de asa delta. Existem centenas de possibilidades, basta conhecer o seu cliente e usar a criatividade. 

É mais fácil de lembrar a experiência que teve com uma marca, a coca-cola faz isso com suas máquinas de refrigerante que dão brindes que vão de roupas a comida, isso gera buzz, motiva, induz ao consumo, traz lucro e fideliza o cliente.

E você já participou de alguma experiência com alguma marca? comente aí embaixo e compartilhe com seus amigos.

Juntos e conectados!

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Qual a importância da segmentação? por que atuar em nichos de mercado?



A orientação do marketing é baseada em foco no consumidor, sendo assim o mercadólogo precisa transformar dados em informação, esta em conhecimento, este em inovação e inovação em valor. 
Segmentar é dividir o mercado em grupos de consumidores potenciais, com características semelhantes que exibirão comportamento de compra similar, atender as expectativas de um nicho específico, fazendo isso é mais fácil obter sucesso e satisfação.
Segmentar é fazer escolhas estratégicas, nem todo mundo é consumidor potencial para tudo que é oferecido, isso te ajuda a projetar produtos e serviços que atendam as necessidades do mercado, na elaboração de estratégias promocionais, a entender melhor a concorrência e a promover insights que ajudarão em suas estratégias de marketing. 
Pra isso existem alguns critérios de segmentação que deverão ser estudados, como suas variáveis:

Geografica > região, cidade, densidade, área, etc;
Demográfica > Idade, renda, ocupação, grau de instrução, etc;
Psicográfica > Estilo de vida, personalidade, valores, cultura, etc;
Comportamental > Ocasiões, status, atitude, etc;

Feito isso o próximo passo é posicionar. O posicionamento configura a imagem da empresa e o valor oferecido do produto ou serviço, para que os clientes entendam e apreciem o que a empresa proporciona de valor em relação aos concorrentes. A marca define como que ser precebida, é preciso conhecer bem o público alvo.
São os primeiros passos de uma marca que quer ser bem sucedida e se diferenciar no mercado competitivo, mais pra frente eu falo sobre posicionamento, querer atuar em outros nichos e expandir os negócios, explorando o oceano azul, também requer uma boa estratégia de posicionamento, pense nisso.
Você está bem segmentado e posicionado? 

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Como anda seu marketing pessoal nas redes-sociais?

Primeiro de tudo gostaria de ressaltar que redes-sociais e mídias-sociais são coisas diferentes, vou criar um post para passar os conceitos para vocês, mas adiantando um pouco o assunto, redes-sociais são as plataformas e aplicativos como orkut, facebook, onde é possível a interação entre pessoas, empresas e marcas, através do compartilhamento de idéias e assuntos, (conteúdo) e mídias-sociais é a comunicação através de ferramentas tecnológicas, a rede-social é apenas um exemplo da mídia social, como twitter, youtube, blogs, e-mail marketing, sms e muitos outros, mas este assunto vamos tratar mais pra frente. 
O que quero passar agora é a importância da sua imagem nas mídias e rede-sociais, você está sendo visto e julgado por todos que estão conectados ou não onde que que esteja inserido na web.



Hoje, cada vez mais empresas e agências de recrutamento estão inseridas nas redes-sociais que está se tornando uma nova central de atendimento entre marca e cliente, tomar cuidado com o que diz é importante, a web grava toda a sua passagem e fugir disso só tem uma maneira, alimentar as redes-sociais com mais informações relevantes. Mas por que a relevância? Por que a sua mensagem e conteúdo compartilhados dizem quem você é, os erros de portugês também denigrem a sua imagem, na internet por exemplo, a leitura fica em média 20% mais lenta e com isso os erros mais fáceis de serem percebidos.
O conteúdo relevante criado nestas plataformas certamente não atingirá a todos, portanto, estar inserido numa tribo que dividem os mesmos interesses é o caminho mais rápido para se tornar relevante, a internet está cada vez mais dividida em micro-nichos e se sua empresa ou marca usam as mídias-sociais para divulgar, a disciplina certamente faz parte da sua rotina.
As pessoas querem resposta imediata, deixar seu cliente sem resposta pode ser ruim para a sua marca, outro ponto são as reações negativas, tem que pensar antes de responder, sem brigas e respostas ofencivas, se possível segurar a onda, se você estiver com a razão o melhor a fazer é manter a postura. Se estiver errado, peça desculpas.
Preocupar-se com os outros ajuda as pessoas a se sentirem melhores. Reputação através de reputação, assim se consegue relevância.


Conhece a regra 1 - 9 - 90?


90% das pessoas que usam a internet apenas leem os conteúdos.
9% das pessoas compartilham algum conteúdo e,
apenas 1% das pessoas que usam a internet compartilham conteúdo. Onde você e sua empresa estão inseridos nesta regra? 
É melhor criar seu próprio conteúdo, isso o torna relevante, mas cuidado, não é qualquer conteúdo, você tem que ter um segmento e público alvo, estudar e conhecer bem este público e criar conteúdo significativo para ele.


O que realmente faz a diferênça é ter atitude e não ter medo de errar!


E se nada disso der certo, tente isso:




Este post foi inspirado na palestra de @MFBrothers


E aí, curti o post? Comente aí e ajude a compartilhar a idéia!


@Michel Dieps

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Marketing de Causas. O que podemos aprender com a nova campanha da Coca-Cola?


Todo mundo já deve ter visto o último comercial da Coca-Cola, "Razões para acreditar. Os bons são maioria" o novo tema da campanha "Abra a Felicidade", que trás uma visão positiva da vida em vista aos acontecimentos negativos que acontecem no mundo.
A Coca-Cola sempre foi bem classificada por sua responsabilidade social, porém este comercial, veiculado em várias mídias no mundo todo, mostra seu lado responsável-social com maior clareza a todo o público. O vídeo aborda as extremidades do positivo e o negativo, com a supremacia da positividade, entre os exemplos citados, destaca-se o comprometimento dos brasileiros com a reciclagem, a mensagem diz: "Enquanto alguns destroem o meio ambiente, 98% das latinhas de alumínio são recicladas no Brasil". A trilha sonora do clip chama atenção pois é composta pelos Garotos do coro Young People`s Chorus, de Nova Iorque, e interpretam a canção "Whatever", da banda Oasis.
Este comercial faz parte da campanha de 125 anos que a Coca-Cola faz em 2011 e mostra um exemplo simples de Marketing de causas.
As empresas estão misturando suas iniciativas de responsabilidade social corporativa a suas atividades de Marketing, e isso a Coca-Cola faz muito bem, o comercial mexe com as pessoas, faz acreditar realmente que é possível, uma campanha bem elaborada de Marketing atinge seu objetivo com clareza, como neste comercial.
Por que o Marketing de causas?



Segundo Philip Kotler (Adm. Marketing, 714) Marketing de causas relaciona as contribuições da empresa em prol de determinada causa com a disposição dos clientes para manter transações com essa empresa e, assim, gerar receita para ela. Este também possui um objetivo não econômico, que é o bem-estar social.
O Marketing de causas surgiu na década

terça-feira, 5 de abril de 2011

Revolução Digital, o consumidor e suas novas capacidades

A "Revolução Digital" proporciona ao consumidor e empresas novas capacidades que não possuíam e hoje usam para chegar ao seu objetivo com mais precisão e relevância. Apenas um clique é o necessário para comparar preços e atributos de produtos concorrentes, em segundos se obtém as resposta pela internet. Os consumidores não precisam ir até a loja, ficar perguntando aos vendedores, estacionar o carro, enfrentar fila e é possível ao cliente propor quanto quer pagar por uma mercadoria, uma passagem aérea, etc. O mesmo vale para compradores organizacionais que hoje promovem leilões reversos onde os fornecedores concorrem entre si para obter um pedido.
Quase tudo pode se comprar pela internet, a Amazon por exemplo se diz como a maior livraria do mundo com mais de três milhões de livros, não existe livraria fisíca que chegue perto disso. 
Comprar de qualquer lugar do planeta também é possível, sua empresa pode ter concorrentes em qualquer continente, o consumidor tem mais opções de compra, a barreira das fronteiras se rompe diante dos impostos absurdos, países com preços mais baixos conseguem vender a nível mundial. Fazer seu pedido de casa, 24 horas por dia, sete dias da semana e com o produto entregue rapidamente na sua porta, a facilidade de interação para fazer e receber pedidos fez com que os concorrentes sejam de nível global.
A grande quantidade e informação sobre praticamente tudo fazem da internet uma grande vitrini, pode-se ler quase todos os jornais existentes de qualquer língua, acessar on-line enciclopédias, críticas de filmes e produtos, informações técnicas e outras incontáveis fontes de informação. 

Se os consumidores possuem o poder da informação as empresas não ficam atrás, também usam esta ferramenta para promover seu produto e dar manutênção à sua brand, saber as tendências do mercado e para onde os concorrentes estão indo, é importante manter contato próximo aos clientes e criar soluções mais satisfatórias para as necessidades deles, o mercado não é mais como era antes, está radicalmente diferente em virtude das forças sociais interligadas que criaram novos comportamentos, oportunidades e desafios.


@MichelDieps


segunda-feira, 7 de março de 2011

Afinal, o que é marketing?


Você é o que come, o que pensa, o que faz, suas escolhas ditam sua vida e hábitos, e as empresas e marcas ajudam a criar este mundo onde vivemos. Para ajudar a vocês entenderem um pouco sobre o marketing, vou usar um pedaço de um texto que achei no livro "Administração de Marketing, 12º Edição -  de Filip Kotler, o "pai do marketing" que define-o como:

 "identificação e satisfação das necessidades humanas e sociais".
-                                                                                                                 
"Duas adolecentes entram em uma loja Starbucks. Uma vai até o balconista, lhe entrega cupons que dão direito a dois expressos com leite e menta grátis e, por fim, compra alguns bolinhos. A outra se senta a uma mesa e abre seu PowerBook da Apple. Em poucos segundos, conecta-se à internet, graças a parceria da Starbucks com a T-mobile para criar HotSpots sem fio nas mais de mil cafeterias da rede, Uma vez online, a garota consulta no google o nome da banda que tocou a trilha sonora do filme que viu na noite anterior. Surgem vários sites e dois anúncios - um para ingressos da turnê da banda e outro para o CD da trilha sonora e o DVD do filme na Amazon.com. Quando ela clica no anúncio da Amazon, o gigante das ferramentas de busca, o Google, ganha algum dinheiro ( por meio de um programa de remuneração, ele recebe uma determinada quantia sempre que alguém clica no banner de um anunciante). Sua amiga retorna com os expressos. Ela está ansiosa para mostrar o presente de 16 anos que ganhou dos pais - um celular Samsung A220 vermelho-rubi criado por uma equipe de jovens designers coreanos após meses de pesquisa de mercado e grupos de discussão. O telefone parece um pequeno kit de maquiagem e fornece dicas de dieta e sobre  como se vestir de acordo com cada ocasião e clima. O display se dobra como um espelho, e nele elas vêem o reflexo de um ônibus que exibe um anúncio gigantesco da nova série da HBO..."




Este cenário mostra um pouco do conceito que ronda nossas vidas no cotidiano, isso não é acidental, tudo é muito bem pensado e planejado por vários setores, para que as necessidades criadas, sejam satisfeitas da melhor maneira possível.
O marketing cria uma necessidade e a supre, lucrando com este processo, porém, mais que vender, o objetivo do marketing é conhecer e enterder o cliente tão bem que o produto ou serviço seja adequado a ele e se venda sozinho.
O marketing se aplica em bens, serviços, eventos, experiências, pessoas, lugares, propriedades, organizações, informações e idéias e se divide em tópicos, sendo marketing pessoal, marketing político, marketing interno ou "endomarketing", marketing de serviços, marketing de massa, marketing social, marketing de relacionamento, marketing de experiências, marketing organizacional, marketing esportivo. 
Estamos rodeados por estas ferramentas que ditam nossos hábitos de consumo, dizendo quem somos.

Espero que tenha ajudado a você enterder um pouco sobre esta ferramenta "mágica" e extensa que é o marketing, o objetivo deste post é mostrar um pouco do conceito, para que você entenda como o marketing está inserido nas empresas e em nossas vidas. 
Separei alguns links para que você, curioso(a), possa ler mais sobre o assunto.




Gostou do post? O que achou do assunto abordado? Faça seu comentário, gostaria de saber a sua opinião. 

Estamos juntos e conectados!